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26/04/2011

Minor Crops

Oficina de Mapeamento de Culturas, Ingredientes Ativos e Alvos Biológicos para Adesão à Norma de Minor Crops


A Oficina de Mapeamento de Culturas, Ingredientes Ativos e Alvos Biológicos para Adesão à Norma de Minor Crops visa desenvolver ações conjuntas de modo a identificar ingredientes ativos e alvos biológicos para registro de agrotóxicos em culturas com suporte fitossanitário insuficiente (Minor Crops).

A Oficina será no dia 27 de abril em São Paulo capital, no período da manhã, na sede da Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SFA-SP), situada à Rua Treze de Maio, 1558 – auditório. Este evento será aberto a todos os produtores rurais e técnicos do setor agrícola de São Paulo e terá foco em hortaliças folhosas e frutas (anonáceas).

Segue abaixo a programação:

DIA 27 de abril de 2011:

08: 00 hrs: Abertura

08:30 hrs: Palestra “Avanços na legislação para o uso de agrotóxicos em culturas com poucos registros – Minor Crops” – Dra. Letícia Altafin (MAPA/SDA/CGAA)

09:10 hrs: Palestra “Formalização de processos para registros de agrotóxicos em minor crops” – Dr. Juliano Malty (ANVISA/GGTOX)

10:00 hrs: Intervalo

10:20 hrs – 12:00: Perguntas e encaminhamentos.

25/04/2011

Você sabe o que é Minor Crops ?

A espera terminou. Minor Crops é publicada e da ânimo à fruticultura


Após 10 anos, regulamentação que beneficia cultivos de pequenas áreas é publicada no Diário Oficial da União

Pequenos produtores podem comemorar. Foi publicada em 24 de fevereiro a Instrução Normativa Conjunta Nº1 que estabelece diretrizes e exigências para o registro e uso de defensivos em agriculturas com aportes de defensivos insuficientes, chamadas Minor Crops. Antes de ser publicada, a norma passou pela aprovação do IBAMA e também dos Ministérios da Agricultura e Saúde.

O Instituto Brasileiro de Frutas - Ibraf atuou ao lado dos produtores desde o início do processo, participando de todas as reuniões e sugerindo diretrizes para que a decisão fosse favorável a todos os envolvidos. “A Instrução Normativa era aguardada para 2002. Como não foi resolvido no tempo previsto, por se tratar de um assunto complexo e polêmico, envolvendo questões ambientais e de segurança alimentar, o IBRAF juntamente com a Câmara Setorial de Fruticultura, passou a colaborar diretamente com os órgãos públicos responsáveis: MAPA, ANVISA e IBAMA”, afirma Luiz Borges, presidente do conselho do Ibraf, que acompanha o processo desde o início.

A ação, movida em conjunto entre os Ministérios da Agricultura, do Meio Ambiente e da Saúde, durou aproximadamente 10 anos e passou por análises detalhadas da legislação, para assegurar que a legalização do uso de defensivos não causasse prejuízos à saúde do consumidor e ao meio ambiente. “A norma beneficiará o setor e garantirá ao fruticultor uma opção segura para conduzir sua propriedade dentro da legislação brasileira”, afirma Maurício Ferraz, engenheiro agrônomo e gerente da Central de Serviços de Exportação do Instituto Brasileiro da Fruta (Ibraf).

Segundo Ferraz, um dos grandes benefícios para os produtores será a adequação às normas de Boas Práticas Agrícolas, essenciais para negociar e/ou fechar contratos de exportação. “Para exportar para a Europa, por exemplo, o produtor precisa estar em conformidade com as legislações dos dois países, inclusive no uso de defensores. Como no Brasil, para algumas culturas o uso dos defensivos não era permitido, os produtores não podiam cumprir os protocolos internacionais que obrigam o registro dos produtos no país de origem e destino.”

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fonte:  http://www.agronline.com.br/agronoticias/noticia.php?id=19650