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06/06/2012

Tratamento de Inverno na UVA

No último dia 05, a Associação Hortifrutiflores de Jarinu em parceria com o IAC e a CATI ( Casas da Agricultura de Jarinu e de Atibaia)  disponibilizou um dia de campo sobre a importância do Tratamento de inverno no cultivo de uva.


Com a presença do pesquisador  José Luis Hernandes pudemos perceber a importância desse simples mas eficaz técnica.


O Uso de Calda Sufocalcica ajuda no controle de pragas no período de dormência da uva. Entretanto é importante que as culturas vizinhas também passem pelo mesmo tratamento, pois  uma cultura próxima da sua que não tenha sido feito esse tratamento pode contaminar novamente a sua plantação.


Para que esse tratamento seja eficaz é preciso que a Calda Sufocalcica tenha 32º Be.  Ou seja,  um produto de qualidade.  O que infelizmente acontece é que as caldas sufocalcicas encontradas hoje no mercado estão com no máximo 27 a 28 º Be.   Isto significa que o produtor rural está  utilizando um produto fraco e consequentemente não obtendo o resultado esperado. Conclusão:  gastando dinheiro atoa, ou como dizem popularmente, comprando gato por lebre.


Como limpar seu pulverizador após o uso de calda Sufocalcica.


Muitos produtores pararam de utilizar esse tipo tratamento de inverno pelo fato do produto  danificar o bico do pulverizador. Uma recomendação bastante eficaz é limpar  a máquina  com  1 lt de vinagre diluido em 10 lt de água.



04/06/2012

O desafio da economia verde

Produtores rurais não podem assumir o ônus individual da 

preservação que é um bem coletivo. “Essas pessoas precisam 

receber pela produção da água e pela proteção da biodiversidade”


Diálogos da CNA: o desafio da economia verde   leia na integra  clique aqui



24/05/2012

Código Florestal



Dilma deve antecipar em um dia decisão sobre Código Florestal


A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, disse na quarta-feira (23) que a presidenta Dilma Rousseff está trabalhando intensamente na análise do que pode ou não ser aproveitado do texto do novo Código Florestal e, até hoje (24), deve tomar uma decisão sobre possíveis vetos. Um veto total ao texto, segundo Ideli, só ocorrerá se for “absolutamente necessário” no caso de o texto estar recortado a ponto de não ser possível aproveitá-lo.

“O objetivo central é buscar aproveitar o que de bom, principalmente daquele acordo produzido no Senado, restou no texto. Agora, é claro que aproveitar o que veio do acordo do Senado tem implicações de técnica legislativa. Então, é isso tudo que eles estão avaliando”. Ideli disse ainda que “só acontecerá um veto total se for absolutamente impossível aproveitar algo pela harmonia do texto legal”.

A presidenta Dilma Rousseff tem até a próxima sexta-feira (25) para sancionar ou vetar – parcial ou totalmente – o texto do novo Código Florestal, aprovado pela Câmara dos Deputados no último dia 25. O texto do Congresso Nacional chegou à Casa Civil no último dia 7.

A ministra explicou que possíveis vetos poderão produzir vácuos na legislação ambiental que precisarão ser supridos por instrumentos como medidas provisórias, decretos, resoluções ou projeto de lei. “Com certeza, dependendo da posição, deverá vir um complemento, até porque não poderemos ter um vácuo legislativo. Se ficar vácuo, ou seja, não tem nada que regule, precisa ser medida provisória para entrar imediatamente em vigor”.

Ideli avaliou ainda que não vê a possibilidade de o Congresso Nacional derrubar possíveis vetos da presidenta ao texto. “Não há a menor possibilidade política, acredito, de derrubada de veto até porque precisa ter três quintos nas duas casas [legislativas], e o Senado, com a participação da Câmara, produziu um acordo que, depois, não foi respeitado na votação da Câmara. Então, não teria também o apoio de ampla maioria dos senadores para uma derrubada de veto”.

O texto do Código Florestal aprovado pelos deputados desagradou ambientalistas e não era a versão que o Palácio do Planalto esperava aprovar. Durante a tramitação no Senado, o governo conseguiu chegar a um texto mais equilibrado, mas a bancada ruralista na Câmara alterou o projeto e voltou a incluir pontos controversos.

Entre os pontos polêmicos da nova redação da lei florestal está, por exemplo, a possibilidade de anistia a quem desmatou ilegalmente e a redução dos parâmetros de proteção de áreas de preservação permanente (APPs).


Fonte: Agência Brasil